{"id":18972,"date":"2018-03-02T06:17:41","date_gmt":"2018-03-02T06:17:41","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalexemplo.com.br\/jornal\/?p=18972"},"modified":"2018-03-01T19:52:03","modified_gmt":"2018-03-01T19:52:03","slug":"cara-a-cara-com-a-montadora","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalexemplo.com.br\/jornal\/cara-a-cara-com-a-montadora\/","title":{"rendered":"Cara a cara com a montadora"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-size: 22px; font-family: helvetica;\">Quando n\u00e3o h\u00e1 solu\u00e7\u00e3o amig\u00e1vel para os problemas do carro, o jeito \u00e9 recorrer \u00e0 Justi\u00e7a<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 10px;\"><em>Por AE\/Thiago Lasco \u2022 Imagem\u00a0Freepik<\/em><\/span><\/p>\n<p>Quem compra um zero-quil\u00f4metro leva para casa, al\u00e9m do cheirinho de carro novo, a promessa de tranquilidade. Oficina, s\u00f3 na revis\u00e3o &#8211; ao menos nos primeiros anos. Mas nem sempre \u00e9 assim. H\u00e1 casos de ve\u00edculos com defeitos que a f\u00e1brica n\u00e3o reconhece ou n\u00e3o consegue resolver, e o consumidor \u00e9 obrigado a buscar seus direitos na Justi\u00e7a.<br \/>\nFoi assim com Ricardo Rayes, que comprou um Discovery Sport zero-km em julho de 2015. O engenheiro diz que o utilit\u00e1rio-esportivo tem ru\u00eddos na suspens\u00e3o dianteira, rangidos no banco traseiro e estalos na coluna, e a Land Rover deu solu\u00e7\u00e3o satisfat\u00f3ria apenas para os dois primeiros defeitos.<br \/>\n\u201cEles queriam remover o para-brisa, desmontar a cabine e refazer as soldas das colunas. N\u00e3o aceitei, pois havia pago por um modelo zero-km e o carro n\u00e3o ficaria como novo\u201d, diz.<br \/>\nAp\u00f3s semanas de negocia\u00e7\u00e3o, a empresa ofereceu um Evoque, carro mais barato, mediante o pagamento de mais R$ 30 mil. Rayes entrou com uma a\u00e7\u00e3o judicial pedindo o cancelamento da compra e a restitui\u00e7\u00e3o do valor que pagou. Enquanto o caso tramita na Justi\u00e7a, ele continua rodando com o Discovery.<br \/>\nJ\u00e1 o caso da soci\u00f3loga Aladia China envolve um defeito no c\u00e2mbio de seu EcoSport. Desde que o adquiriu, em dezembro de 2015, ela notou que a transmiss\u00e3o trepidava e o Ford n\u00e3o conseguia vencer as ladeiras do bairro onde ela mora. O problema persistiu mesmo ap\u00f3s tr\u00eas visitas \u00e0 autorizada.<br \/>\n\u201cDisseram que seria necess\u00e1rio trocar o conjunto de embreagem, mas n\u00e3o tinham as pe\u00e7as. Descobri que havia muitos outros clientes com o mesmo problema\u201d, conta Aladia.<br \/>\nEla diz que ficou surpresa com a resposta negativa da Ford quando perguntou se havia um recall para o defeito. \u201cA \u00fanica provid\u00eancia da marca foi conceder garantia estendida para a pe\u00e7a Mas eu n\u00e3o queria ter de ficar trocando c\u00e2mbios do carro por dez anos.\u201d<br \/>\nDepois de outra visita frustrada \u00e0 autorizada, da qual diz que o Ford voltou ainda pior, Aladia deu um basta. Procurou um advogado, reuniu os registros das interven\u00e7\u00f5es mec\u00e2nicas feitas no ve\u00edculo e, em abril de 2017, ajuizou a\u00e7\u00e3o contra a montadora e a concession\u00e1ria, pedindo o cancelamento do neg\u00f3cio e a devolu\u00e7\u00e3o do carro.<br \/>\nOito meses depois, as duas empresas foram condenadas a restituir \u00e0 soci\u00f3loga o valor pago pelo EcoSport, com atualiza\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria, al\u00e9m de pagar uma indeniza\u00e7\u00e3o por dano moral. A Ford recorreu da decis\u00e3o.<\/p>\n<div class=\"mom-members\" style=\"background-color:#ffe680;border-color:#cca300;color:#665200\">Conte\u00fado somente para assinantes. 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