{"id":11866,"date":"2016-12-09T05:09:28","date_gmt":"2016-12-09T05:09:28","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalexemplo.com.br\/jornal\/?p=11866"},"modified":"2016-12-08T12:12:32","modified_gmt":"2016-12-08T12:12:32","slug":"rede-social-reune-arquivo-de-memorias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalexemplo.com.br\/jornal\/rede-social-reune-arquivo-de-memorias\/","title":{"rendered":"Rede social re\u00fane arquivo de mem\u00f3rias"},"content":{"rendered":"<h3>Com 6 anos, acervo do Indai\u00e1-Dinossauros tem 14 mil imagens do munic\u00edpio e de moradores<\/h3>\n<p>Ana Carolina Lahr<\/p>\n<p>Patrick Ribeiro chegou a Indaiatuba aos 4 anos, quando a empresa onde o pai trabalhava mudou-se para o munic\u00edpio. Nascido em S\u00e3o Paulo, capital, ele se autoclassifica indaiatubano e admite que todas as suas mem\u00f3rias s\u00e3o da cidade.<br \/>\nA declarada paix\u00e3o o transformou em um devoto colecionador: \u201cTenho tudo que j\u00e1 foi publicado sobre Indaiatuba, inclusive livros raros de escritores locais, que vou garimpando\u201d, revela.<br \/>\nO interesse resultou em um acervo de imagens relativamente raro, mas nada t\u00e3o expressivo quanto \u00e0quele que come\u00e7ou a reunir em 2010, quando uma colet\u00e2nea de imagens envolvendo os amigos de inf\u00e2ncia se transformou no Indai\u00e1-Dinossauros, um grupo fechado criado na rede social Facebook.<br \/>\nNa \u00e9poca com 22 membros, a iniciativa n\u00e3o passava de uma brincadeira. Aos poucos, se expandiu para v\u00e1rios outros grupos de amigos e ampliou o conceito de \u2018dino\u2019 para outras d\u00e9cadas, ainda anteriores. Hoje, s\u00e3o mais de 9 mil participantes.<br \/>\nUm post fixo no topo da p\u00e1gina explica as regras para adentrar: \u201ctemos grandes, ilustres personagens da \u2018nata\u2019 indaiatubana aqui, mas n\u00e3o \u00e9 isto que determina o quanto se \u00e9 ou n\u00e3o Indaiatubano. Muitos an\u00f4nimos constru\u00edram esta cidade tamb\u00e9m, assim como eu. Todos cabem aqui, desde que sejam inseridos no tema Indaiatuba, seus filhos e sua hist\u00f3ria\u201d.<br \/>\nFoi assim que o Indai\u00e1-Dinossauros se transformou no maior acervo virtual da mem\u00f3ria viva de Indaiatuba, perpetuando as lembran\u00e7as das fam\u00edlias que escreveram \u2013 e ainda escrevem &#8211; a hist\u00f3ria da cidade por meio de fotos e registros orais cultivados por cada um. \u201cCome\u00e7aram a aparecer fotos antigas dos pais e av\u00f3s. Com isso, registros da hist\u00f3ria da cidade que n\u00e3o estavam em lugar algum. Na \u00e9poca, o Pr\u00f3-Mem\u00f3ria estava sem muita divulga\u00e7\u00e3o e o grupo tornou-se um canal para pesquisas. Chegamos a pegar fotos originais de 1880 para escanear\u201d, recorda Patrick.<\/p>\n<p>Administradores<br \/>\nEnquanto Patrick angariava curtidas e coment\u00e1rios no seu arquivo de imagens pessoais da turma de col\u00e9gio da d\u00e9cada de 1980, Emil Geiss iniciava um outro projeto pessoal. Movido pelas lembran\u00e7as do seu tempo de colegial na Escola Estadual Dom Jos\u00e9 de Camargo Barros, ele se prop\u00f4s a reunir as fotos em um \u00e1lbum comemorativo dos 20 anos da escola, produzido em 1970.<br \/>\nCom o nome dos estudantes de cada classe em m\u00e3os, decidiu usar as redes sociais para encontrar a foto que ilustraria a lista. Coincidentemente, era o ano de 2010 quando Emil publicou as primeiras fotos. \u201cPubliquei no Facebook e pedi que, se algu\u00e9m mais tivesse essas fotos, disponibilizasse para que eu pudesse digitalizar. Rapidamente come\u00e7aram a comentar e marcar pessoas e logo eu j\u00e1 tinha quase todas as imagens\u201d, recorda.<br \/>\nQuando o grupo Indai\u00e1-Dinossauros foi criado, Emil se tornou membro e trouxe com ele dinossauros veteranos e muitas mem\u00f3rias. Logo, tamb\u00e9m se tornou administrador do grupo.<br \/>\nPara ele, o surgimento teve um papel importante em uma cidade que passou de pequena para grande em pouco tempo: \u201cmuitas pessoas se perderam no meio da multid\u00e3o. O grupo reaproximou as pessoas que j\u00e1 viviam aqui nas d\u00e9cadas de 1950, 1960, 1970 e 1980. Al\u00e9m disso, despertou o sentimento de carinho pela cidade e impediu que essas fotos se perdessem no tempo\u201d.<br \/>\nAo lado dele, outros nomes se juntaram \u00e0 iniciativa no prop\u00f3sito de administrar e moderar o grupo afim de faz\u00ea-lo crescer com credibilidade: Adriana Koyama, Jos\u00e9 Aristides Barnab\u00e9, o jovem Patrick Novacek e a historiadora Eliana Belo.<\/p>\n<div class=\"mom-members\" style=\"background-color:#ffe680;border-color:#cca300;color:#665200\">Conte\u00fado somente para assinantes. Por favor fa\u00e7a o login<\/div>\n<div id=\"attachment_11868\" style=\"width: 688px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/www.jornalexemplo.com.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/04-Altar-da-Igreja-Matriz-ano-de-1946-Acervo-Art-Foto-Indaia-Dinossauros.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-11868\" class=\"size-full wp-image-11868\" src=\"http:\/\/www.jornalexemplo.com.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/04-Altar-da-Igreja-Matriz-ano-de-1946-Acervo-Art-Foto-Indaia-Dinossauros.jpg\" alt=\"acervo Imagem da Igreja Matriz (1946) compartilhada na rede\" width=\"678\" height=\"960\" srcset=\"https:\/\/www.jornalexemplo.com.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/04-Altar-da-Igreja-Matriz-ano-de-1946-Acervo-Art-Foto-Indaia-Dinossauros.jpg 678w, https:\/\/www.jornalexemplo.com.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/04-Altar-da-Igreja-Matriz-ano-de-1946-Acervo-Art-Foto-Indaia-Dinossauros-212x300.jpg 212w\" sizes=\"(max-width: 678px) 100vw, 678px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-11868\" class=\"wp-caption-text\">acervo Imagem da Igreja Matriz (1946) compartilhada na rede<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com 6 anos, acervo do Indai\u00e1-Dinossauros tem 14 mil imagens do munic\u00edpio e de moradores Ana Carolina Lahr Patrick Ribeiro chegou a Indaiatuba aos 4 anos, quando a empresa onde o pai trabalhava mudou-se para o munic\u00edpio. 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