{"id":37124,"date":"2025-08-08T09:34:20","date_gmt":"2025-08-08T09:34:20","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornalexemplo.com.br\/jornal\/?p=37124"},"modified":"2025-08-08T09:34:25","modified_gmt":"2025-08-08T09:34:25","slug":"meu-ano-em-oxford-e-mais-do-que-um-filme-romantico","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.jornalexemplo.com.br\/jornal\/meu-ano-em-oxford-e-mais-do-que-um-filme-romantico\/","title":{"rendered":"\u201cMeu ano em Oxford\u201d \u00e9 mais do que um filme rom\u00e2ntico"},"content":{"rendered":"\n<p>Seria mais um filme \u201c\u00e1gua com a\u00e7ucar\u201d de um romance entre a americana e o brit\u00e2nico. Aluna e professor. Tem a diferen\u00e7a de cultura, a viagem, paix\u00e3o e aventura. Seria. Mas, \u201cMeu ano em Oxford\u201d \u00e9 bem mais que isso. A partir da metade da trama, o longa-metragem chega a surpreender e trata de temas espinhosos com arte, sensibilidade e respeito. O final do filme est\u00e1 longe daquele feliz em romancezinhos de ver\u00e3o. E, outra vez, o diretor Iain Morris (The Inbetweeners) mostrou muita sensibilidade neste desfecho.<br>A estudante americana realiza o sonho de estudar na Universidade de Oxford e acaba se apaixonando por um professor encantador, mas que guarda um segredo inimagin\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><a href=\"http:\/\/www.jornalexemplo.com.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/oxford.jpg\"><img width=\"865\" height=\"565\" src=\"http:\/\/www.jornalexemplo.com.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/oxford.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-37125\" srcset=\"http:\/\/www.jornalexemplo.com.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/oxford.jpg 865w, http:\/\/www.jornalexemplo.com.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/oxford-300x196.jpg 300w, http:\/\/www.jornalexemplo.com.br\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/oxford-768x502.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 865px) 100vw, 865px\" \/><\/a><figcaption>Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Livro<\/strong><br>Dizer que o filme \u00e9 baseado no livro de Julia Whelan (My Oxford Year, ainda sem tradu\u00e7\u00e3o em portugu\u00eas) \u00e9 at\u00e9 um exagero. O filme \u00e9 inspirado na obra liter\u00e1ria, mesmo porque tem diferen\u00e7as marcantes em rela\u00e7\u00e3o ao texto de Julia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Elenco<\/strong><br>A protagonista Anna De La Vega \u00e9 interpretada pela \u00f3tima Sofia Carson (A lista da minha vida). O elenco ainda conta com o ingl\u00eas Corey Mylchreest (Hostage), Harry Trevaldwyn (Como treinar o seu drag\u00e3o &#8211; 2025), Catherine McCormack (Cora\u00e7\u00e3o Valente) e o veterano Dougray Scott (Busca Implac\u00e1vel 3).<br>A ambienta\u00e7\u00e3o na hist\u00f3rica Oxford, incluindo o Magdalen College e a Biblioteca Bodleian, adiciona uma autenticidade inigual\u00e1vel ao filme. O diretor de fotografia Remi Adefarasin eternizou a majestade dessas loca\u00e7\u00f5es. Lembrando que o roteiro foi redigido por Allison Burnett (Outono em Nova York).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Netflix<\/strong><br>\u201cMeu Ano em Oxford\u201d entrou e se manteve no Top\u00a010 da Netflix pouco tempo ap\u00f3s sua estreia, dia 1\u00ba de agosto, especialmente no Brasil e tamb\u00e9m internacionalmente.<br>O filme se firmou como uma op\u00e7\u00e3o de fim de semana agrad\u00e1vel para f\u00e3s do g\u00eanero e, apesar do in\u00edcio \u201c\u00e1gua com a\u00e7ucar\u201d e \u201cmais do mesmo\u201d, vale \u00e0 pena pelo desfecho com sensibilidade.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Seria mais um filme \u201c\u00e1gua com a\u00e7ucar\u201d de um romance entre a americana e o brit\u00e2nico. Aluna e professor. Tem a diferen\u00e7a de cultura, a viagem, paix\u00e3o e aventura. Seria. Mas, \u201cMeu ano em Oxford\u201d \u00e9 bem mais que isso. 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