{"id":2241,"date":"2015-06-26T13:08:22","date_gmt":"2015-06-26T13:08:22","guid":{"rendered":"http:\/\/jornalexemplo1.hospedagemdesites.ws\/jornal\/?p=2241"},"modified":"2015-06-26T13:25:21","modified_gmt":"2015-06-26T13:25:21","slug":"anvisa-aprova-regra-sobre-rotulos","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.jornalexemplo.com.br\/jornal\/anvisa-aprova-regra-sobre-rotulos\/","title":{"rendered":"Anvisa aprova regra sobre r\u00f3tulos"},"content":{"rendered":"<p>Fabricantes ter\u00e3o 12 meses para se adequar<\/p>\n<p>A diretoria colegiada da Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa) aprovou quarta-feira (24), por unanimidade, resolu\u00e7\u00e3o que trata da rotulagem obrigat\u00f3ria dos principais alimentos que causam alergias. Os r\u00f3tulos, a partir de agora, devem informar a exist\u00eancia de 17 alimentos considerados alerg\u00eanicos: trigo (centeio, cevada, aveia e suas estirpes hibridizadas); crust\u00e1ceos; ovos; peixes; amendoim; soja; leite de todos os mam\u00edferos; am\u00eandoa; avel\u00e3; castanha de caju; castanha-do-Par\u00e1; macad\u00e2mia; nozes; pec\u00e3; pistaches; pinoli; castanhas; e l\u00e1tex natural. A regra prev\u00ea ainda que as informa\u00e7\u00f5es nos r\u00f3tulos de produtos derivados desses alimentos sejam as seguintes: Al\u00e9rgicos: cont\u00eam (nomes comuns dos alimentos que causam alergias alimentares); Al\u00e9rgicos: cont\u00eam derivados de (nomes comuns dos alimentos que causam alergias alimentares); ou Al\u00e9rgicos: cont\u00eam (nomes comuns dos alimentos que causam alergias alimentares) e derivados. Segundo a Anvisa, nos casos em que n\u00e3o for poss\u00edvel garantir a aus\u00eancia de contamina\u00e7\u00e3o cruzada de alimentos (presen\u00e7a de qualquer al\u00e9rgeno alimentar n\u00e3o adicionado intencionalmente), o r\u00f3tulo deve apresentar a seguinte declara\u00e7\u00e3o: Al\u00e9rgicos: pode conter (nomes comuns dos alimentos que causam alergias alimentares). De acordo com a resolu\u00e7\u00e3o, as advert\u00eancias devem estar agrupadas imediatamente ap\u00f3s ou logo abaixo da lista de ingredientes e com caracteres leg\u00edveis, em caixa alta, negrito e cor contrastante com o fundo do r\u00f3tulo. Os fabricantes ter\u00e3o 12 meses para adequar as embalagens. Os produtos fabricados at\u00e9 o final do prazo de adequa\u00e7\u00e3o poder\u00e3o ser comercializados at\u00e9 que termine o prazo de validade. Para a representante da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria de Alimentos para Fins Especiais e Cong\u00eaneres (Abiad), Ana Maria Giandon, o prazo de adequa\u00e7\u00e3o dos r\u00f3tulos \u00e9 apertado. Ela lembrou que, na Europa, quando uma norma similar foi aprovada, o prazo dado ao setor foi 36 meses. \u201cTemos que mapear, verificar toda a cadeia produtiva, todos os nossos fornecedores e alterar a embalagem dos produtos.\u201d O diretor da Anvisa e relator da mat\u00e9ria, Renato Porto, defendeu o prazo estipulado pela ag\u00eancia e lembrou da urg\u00eancia do tema. \u201cEssa demanda nasceu muito fortemente da sociedade, do cidad\u00e3o pedindo para que a mat\u00e9ria fosse regulamentada\u201d, finaliza.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fabricantes ter\u00e3o 12 meses para se adequar A diretoria colegiada da Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa) aprovou quarta-feira (24), por unanimidade, resolu\u00e7\u00e3o que trata da rotulagem obrigat\u00f3ria dos principais alimentos que causam alergias. 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