Refletir sobre o futuro e planejá-lo. Isso pode ser difícil para um adulto. Imagine para um adolescente? Pois foi exatamente isso que a palestra da Consultora de Relacionamento da Rede Pitágoras de Educação, Cristina Szalo propôs aos alunos do 9º ano e da 1ª e 2ª séries do Ensino Médio do Colégio Montreal, na quinta-feira (5).
Como em breve os alunos terão de enfrentar o vestibular e escolher a carreira profissional a seguir, a palestra foi muito além de dar dicas sobre as melhores faculdades e cursos ou tratar das profissões existentes. “A consultora levou os alunos a perceberem que a omissão com relação à criação do projeto pessoal de vida, a falta de coragem e a potencialização dos medos paralisam o aluno tornando-o um acomodado diante das oportunidades”, comenta o professor de Filosofia e Sociologia, Antonio Lucas Cavalcante.
“A palestra foi importante porque fez com que os jovens refletissem sobre seu futuro. Eles são muito imediatistas e planejar o futuro é algo que eles têm dificuldade. A palestra mostrou a eles que é possível alcançar os sonhos, como entrar numa excelente universidade, com responsabilidade e confiança, apesar das dificuldades que podem aparecer no caminho”, diz Keity Teixeira Fonseca, psicóloga e orientadora vocacional do Colégio Montreal.
Na palestra os alunos aprenderam métodos para orientação e conquista dos projetos de vida e contribuíram expondo dúvidas ou fazendo observações. “Eu gostei muito porque nos mostrou o que é necessário para escolher uma profissão. Aprendi que precisamos conhecer nossas forças, oportunidades e também nossas fraquezas para atingirmos nossos objetivos”, afirma a aluna Keren Yuri Sakamoto, da 2ª série do Ensino Médio. “Percebi, com essa palestra, que aqui no Colégio Montreal, não somos preparados somente para o vestibular e sim para a vida!”, declara Keren.
“A afirmação da Keren resume o trabalho que vem sendo desenvolvido no Colégio Montreal. Nosso foco não é apenas o conteúdo das disciplinas e sim uma formação ética empreendedora do aluno, transformando-o em agente principal da construção de sua história, tanto como sujeito social, como um sujeito privado, isto é, um sujeito que sonha e conquista”, conclui o professor Lucas.

