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Colégio Objetivo disputa neste fim de semana o Mundial de Robótica nos Estados Unidos

A equipe de Robótica do Colégio Objetivo Indaiatuba, Bazinga, está disputando, neste fim de semana, o FLL Razorback Invitational, torneio internacional da FLL (First Lego League), nos Estados Unidos.

O campeonato que teve início no dia 19 e domingo, dia 22, em Fayetteville, Arkansas, Estados Unidos, conta com a participação de 72 equipes de diversos países, como Brasil, Estados Unidos, França, Austrália, China, Coréia, Japão, México, entre outros.

A equipe do Objetivo conquistou sua vaga em março deste ano, durante a etapa nacional do Torneio de Robótica FLL, realizado em Brasília, onde também ganhou o troféu de 1º lugar em Estratégia e Inovação.

Para o professor de Robótica do Objetivo Indaiatuba, Leandro Mathias, o torneio vai ser ainda mais forte que o disputado pela equipe na Austrália, em 2015, quando a Bazinga conquistou o Troféu Judge’s Awards. “Eu acredito que este torneio será mais difícil, porque foi nos Estados Unidos que tudo começou. Lá eles têm uma proposta diferente, em que há muitas equipes de garagem que têm mais tempo para treinar”, afirma Mathias.

A Bazinga se preparou para o internacional durante dois meses, com treinos de segunda a sábado que variaram de 4 a 8 horas de duração. “Fizemos algumas alterações de estratégias, com novas garras e ajustes de programação”, acrescenta.

“Nós treinamos bastante para tentar fazer a maior pontuação na mesa. Esperamos ir melhor do que na Austrália, principalmente, porque é o nosso último torneio”, comenta o aluno Guilherme Gallinucci. “O Brasil é um dos países que mais dá valor às três áreas do torneio: pesquisa, robô e core values (valores). Acredito que é esse equilíbrio entre as áreas que pode fazer a diferença para a nossa equipe”, ressalta a aluna Isabelle Pereira. “Estamos mais preparados este ano, trabalhamos muito mesmo, com treinamentos totalmente em inglês para conquistarmos o melhor resultado possível”, declara o aluno Marcelo Ávila Domingues.

“Nossos alunos estão muito mais maduros e mais profissionais. É por isso que acredito que nosso desempenho será melhor”, conclui o professor.

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